sexta-feira, 13 de novembro de 2009

chanuká 12-19 de dezembro


Chanuká lembra o episódio ocorrido no mês de Kislev, no ano 164 antes da era comum., quando os
gregos entraram no Templo sagrado, e violaram todo o óleo que lá se encontrava, e que seria usado nos
serviços religiosos. Quando a dinastia dos Hasmonaim , conhecida como Macabeus, conseguiu uma
vitória sobre os invasores, ao iniciarem a arrumação do Templo, procurando colocá-lo em condições para
o culto, e ao quererem acender a Menorah, encontraram um único recipiente com óleo que não tinha sido
violado. E apesar deste óleo ser suficiente apenas para um único dia, ocorreu o milagre deste óleo poder
ser utilizado por oito dias, tempo este que permitiu que o Templo de Jerusalém pudesse ser reconsagrado
e purificado.
Foi então estabelecido, a partir do ano seguinte, que estes oito dias fossem considerados como festivos,
com músicas e preces, e daí, surgiram os oito dias de Chanuká. Por isso, acendemos as “luzes” do
candelabro de oito braços, chamada de Chanukiá.
Há oitos chamas, e mais uma suplementar que se chama “shamash”, que é usada para acender as outras.
Esta vela adicional é necessária, porque as “luzes” próprias de Chanuká não podem ser usadas para se
acender outras “luzes”. Assim, a vela “Shamash” é adicionada às outras velas, permanecendo, também
acessa, junto com as demais.

Em Chanuká, é comum se jogar com um peão, chamado “dredel”, ou em hebraico, “s’vivon”. É um
peão de quatro lados com as letras nun, gimel, hei, e shin.
O costume tem origem, segundo se conta, nos tempos do Império Romano, quando estudar a Torah era
proibido. Esse peão era distribuído as crianças nas escolas, e quando as autoridades iam inspecionar,
encontravam-nas brincando. As letras significam Nes Gadol Haya Sham ( Um grande milagre aconteceu
lá). Em Israel o “shin” é substituindo pelo “Pei” Nes Gadol Haya Po ( Um grande milagre aconteceu
aqui).

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